13 de abril de 2012

"Vai cartinha fechada...

Imagem Dulci Dantas


























... Não deixa ninguém te abrir... Àquela casa caiada onde mora a letra 'i'! ". Música de Luiz Gonzaga,  que ouvi na voz de Elba Ramalho e que eu adoooro! Lembrei desse forrózinho antigo quando estava preparando as fotos para este post. 

Eu adoro cartas. Lembro-me quando era pequena, morávamos no Rio e minha mãe recebia cartas da família que morava "distante", lá no Nordeste.  Era uma alegria ter notícias assim da família. Hoje tudo mudou, como canta Gilberto Gil "antes longe era distante, perto só quando dava". Mesmo com telefone e internet, escrever ou receber uma carta é um exercício de carinho, dedicação e atenção com o outro. Escolher as palavras, caprichar na letra, começar com uma saudação bonita e se despedir com esperança, isso o telefone e o email "não tem não senhor". 


Imagem Dulci Dantas


E já que cartas são artigos tão carregados de emoção e dedicação, como jogá-las fora? Pois lá em Londres, na vitrine da Selfridges, eu vi essa mesa de centro com tampo forrado de cartas antigas e envelopes com seus sêlos belíssimos. Notem que a mesa é simples, em madeira, de modo a não desviar o olhar, que deve passear pelas cartas, confidências e segredos.


Imagem Dulci Dantas

Uma outra proposta parecida eu encontrei na Liberty de Londres. A mesa de centro, com moldura de metal dourado, tem o tampo decorado com páginas de livros antigos. 


Imagem Dulci Dantas

Imagem Dulci Dantas 

Gostou da idéia? Pois então tire suas cartas de amor do fundo do baú e escolha seu romance preferido, e ponha a mesa. 

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