7 de março de 2011

Arte no Lar


Acabo de voltar de uma viagem de trabalho aos Estados Unidos e, ao contrário do que muitos pensam, minha mala não voltou recheada de roupitchas e acessórios (apesar de tudo estar com preços muito convidativos, diga-se de passagem). Existe uma diferença básica entre profissional de moda e consumidor de moda. Eu me enquadro na primeira categoria mas não na segunda. Na maioria das vezes coincide, mas para alegria de minhas finanças, não é meu caso.

O meu problema é cultura, arte, livros e afins. O que quase me levou a bancarrota foi a foto dos Beatles que vocês vêem aqui (infelizmente cortada nas bordas pois não consegui outra na internet com definição suficiente para postar). A dita foto estava a venda na Morrison Hotel Gallery do Soho, um pequeno paraíso para os amantes da fotografia e música. Fiquei completamente doida, até descobrir o preço. Daí caí na real, e saí de lá arrastando minha tristeza feito criança que é obrigada a desistir de sua Caloi dos sonhos.

Depois, à noite, lembrando da Galeria (já adicionada no caderninho de achados de pesquisa) fiquei pensando sobre desejos de consumo e prioridades (se é que essa palavra cabe aqui). A foto custava o equivalente a uma bolsa de marca de luxo, as tais IT-Bags Pradas, Celines, Vuittons da vida. Ou uma jaqueta de couro. Um vestido incrível. O caso é que eu, sem a menor sombra de dúvida, torraria a grana sem pensar (se a tivesse, claro) com a dita foto, mas jamais com a bolsa, a jaqueta ou o vestido. Algumas amigas me olham como se eu fosse meio doida. Há quem defenda que vestidos, bolsas e sapatos de luxo são investimentos "fashion" mas eu não acredito nisso. Já uma fotografia, um quadro, um objeto de arte... Ah! Isso sim pra mim é investimento.

E se você, assim como eu, curte música e fotografia e gostaria de adquirir quadros belíssimos para o seu lar, acesse o site da galeria (eles vendem on-line) ou faça uma visita in loco. São quatro endereços em Nova York. Eu garanto, vale muito!

Um comentário:

  1. Todas gostamos de vestir bem, mas o luxo é dispensável.
    Concordo como que aqui escreveu.
    Pena que o nosso dinheiro não sobeje para estes "mimos" que nos fazem as delícias dos olhos e o décor das nossas casas.
    Cumprimemtos

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