8 de janeiro de 2010

Fortes Inspirações

Anthropology
Fui passar o Natal e o Ano Novo no Rio de Janeiro, minha cidade. Apesar de adorar as marcas e a moda paulistana (moderna, cosmopolita, urbana, chic), todas as vezes que volto para o Rio eu me deslumbro com as lojas, as marcas, as vitrines. Tudo parece tão fresh, tão leve, tão feminino! Fico louca e só sossego depois de passear inúmeras vezes pelo Leblon, Ipanema e Gávea. Acho o trabalho da Maria Filó, Leeloo, Farm uma belezinha. Tem uma bossa única. E adoro ver as meninas do Rio passeando na rua. E lembro que já fui mais descontraída, descolada, praiana como elas.
Mas o fato curioso realmente é que, chegando ao Rio, me bate uma vontade insana de ter um ateliê de costura. Um espaço para a máquina de costura que minha mãe me deu de presente, meus tecidos, aviamentos, instrumentos, papéis de modelagem, livros, recortes... Enfim, um espaço criativo para a estilista criativa.
Apesar de saber desenhar, modelar e costurar acabo não exercendo quase nada do que aprendi, pois como profissional de moda masculino os processos são outros.
Daí chego em casa, de volta de viagem, e já começo a olhar projetos bacanas de atelies mundo a fora, nessa internet que não tem mais fim!